
A segunda edição do Desafio Márcio May de Ciclismo de Estrada e Mountain Bike já tem data marcada. A prova organizada pelo ciclista catarinense que fez história no esporte brasileiro será no dia 2 de novembro, em Rio do Sul, cidade de 52 mil habitantes localizada a 180 km de Florianópolis.
E a corrida de Márcio May já nasceu com sucesso. Em sua primeira edição, realizada no dia 28 de outubro de 2007, May reuniu cerca de 300 competidores, entre profissionais e amadores de todas as idades, que enfrentaram um duro circuito no relevo montanhoso da região. Participaram ciclistas de todo o estado catarinense, do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, e até um amigo competidor que veio do Chile para prestigiar o evento.
O DESAFIO DAS MONTANHAS
“A montanha é o maior desafio para qualquer ciclista. Ela é o emblema de força, resistência e superação. As etapas montanhosas e longas do Tour de France, Giro de Itália ou do Tour de Santa Catarina criaram os grandes mitos da história do ciclismo”, afirma May, tetracampeão do Tour de SC e com três participações em olimpíadas no currículo.
De Rio do Sul, o percurso passar por Aurora, Ituporanga, Vidal Ramos e retorna novamente a Rio do Sul. São 120 km para as categorias de ciclismo de estrada e 80 km para as categorias de mountain bike. As mountain bikes poderão usar pneus do tipo slick e o tempo máximo é de 6 horas para os competidores completarem a prova.
O trecho já recebeu algumas etapas da célebre prova por etapas Tour de Santa Catarina e alterna trechos planos, de montanha e descidas muito velozes.
CATEGORIAS MTB E CICLISMO
O Desafio Márcio May nasceu com a proposta de oferecer às pessoas que gostam de pedalar a oportunidade de participar de um evento que ofereça os desafios das grandes provas de ciclismo. A prova terá 26 categorias, de acordo com idade, sexo e tipo de bicicleta (ciclismo ou MTB).
Haverá também a disputa de uma prova de circuito para quatro categorias Kids, criada especialmente para crianças e jovens dos 10 aos 16 anos.
O evento tem o apoio da Fundação Municipal de Desportos de Rio do Sul e a supervisão da Federação Catarinense de Ciclismo.
INSCRIÇÕES ABERTAS
As inscrições para o II Desafio Márcio May de Ciclismo e Mountain Bike custam R$ 55 (mais 2 kg de alimentos, exceto sal e açúcar) até o dia 26 de outubro. De 27 a 30 de outubro a taxa de inscrição sobe para R$ 70 (mais 2 kg de alimentos, exceto sal e açúcar).
Os alimentos serão entregues no ato da retirada dos kits e posteriormente doados a uma instituição de caridade de Rio do Sul. O competidor poderá optar em não efetuar a doação mediante uma taxa de R$ 5.
A inscrição dá direito à cobertura de seguro de vida durante a corrida, um kit com uma camiseta do evento, uma caramanhola e outros brindes. Serão entregues medalhas de participação a todos os atletas que completarem o percurso e aos três primeiros colocados em cada categoria.
Os kits poderão ser retirados no sábado, véspera da corrida, no Auditório
Dom Bosco, Av. Alameda Aristiliano Ramos, 277 – Centro, Rio do Sul – SC,
perto da Catedral, a partir das 18:00h às 20:00 horas, e no domingo a partir
das 6 horas.
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009
DESAFIO MÁRCIO MAY Segunda edição será dia 2 de novembro
Brasil no Mundial Junior
O Brasil esteve presente no Mundial de Ciclismo Junior de 2009.
O Brasil esteve presente no Mundial de Ciclismo Junior de 2009, na cidade de Moscou, na Rússia. A delegação brasileira foi composta por Gustavo Freitas, Murilo Ferraz, Eduardo Wenders, Mauricio Knapp e Márcia Fernandes.
No entanto, os obstáculos que apareceram no caminho dos brasileiros antes e durante as competições foi algo fora do comum – parece até história de pescador, mas é de ciclista e verídica.
O técnico Maninho , que acompanhou os atletas, descreveu os acontecimentos pelos quais ele e o restante da delegação passaram. Os problemas começaram no aeroporto.
“Quando chegamos ao aeroporto as nossas bagagens não chegaram, estávamos na Rússia, um país que poucas pessoas falam qualquer outro idioma, se quer o inglês. O intérprete chegou após 6 horas e ninguém sabia para que parte do mundo nossas bicicletas fosse parar. Ficamos dois dias no hotel sem treinar, sem reconhecer o percurso e o mais difícil, vendo todos os países trabalhando em função da prova mais importante do mundo”, disse.
“Depois de dois dias praticamente dentro do aeroporto chegou 13 dos 14 volumes do Brasil, e o 14º era nada menos que a bicicleta de contra o relógio emprestado pela fabrica de bicicleta americana SCOTT exclusivamente para o mundial”, emendou. “Às 2 horas da amanha chegou à bicicleta, terminei de montar às 4 horas e fomos para a prova às 8 horas”.
No início da prova a expectativa aumentou, principalmente pelo fato do melhor ciclista brasileiro estar acompanhando e monitorando o favorito, o norte-americano Lawson Craddock. Mas os problemas persistiam...
“Um momento de gloria enfim chegou, o então favorito para ganhar a prova o norte-americano Lawson Craddock largará a prova a frente do mais bem cotado brasileiro para esta prova, Murilo Ferraz, assim estávamos bem, monitorando o americano todo o tempo e sonhando com uma ótima colocação, mas faltando 7 km para o termino uma roda traseira furada foi o fim das nossas expectativas”.
Na competição de resistência para mulheres, a única participante brasileira, a goiana Márcia Fernandes, obteve o 24º lugar, sendo a única americana no pelotão principal.
Quando os homens entraram em cena, as dificuldades tornaram aparecer. “Eu sabia que haveriam muitas quedas, mas não esperava um brasileiro, quando passou a três volta, numa velocidade impressionante só avistei um verde a amarelo, alguns minutos depois, uns 10 ciclistas atrasados devido a um grave tombo, ali estavam dois verdes e amarelos, Murilo Ferraz e Eduardo Winters.”
O outro ciclista brasileiro, Mauricio Knapp, conseguiu se manter vivo nos 136km e finalizou a prova em 66ª colocação dos 96 ciclistas que terminaram a prova.
Copa Internacional de MTB realiza última etapa

A cidade de Congonhas recebe pela 5ª vez consecutiva a terceira e última etapa da Copa Internacional de MTB.
A cidade de Congonhas recebe pela 5ª vez consecutiva a terceira e última etapa da Copa Internacional de MTB durante os dias 22 e 23 de agosto. A decisão do campeonato deve reunir cerca de 1.200 atletas de todos os Estados do país, divididos em 26 categorias, que ainda não mostra nenhum favorito ao título.
Em relação a 2008, a etapa maratona da competição não teve alteração nos circuitos de 58 quilômetros para as categorias principais, 38 para os amadores e 21 quilômetros para a Sub-13. “É uma prova que possui o mesmo circuito, técnico. Realizamos uma pesquisa e 98% dos participantes gostaram do percurso; na etapa maratona, a maioria dos atletas são das categorias amadoras e muitos participam somente dela. Eles já sabem o que vão encarar e acabam tendo uma referência do tempo, do limite deles sem relaciona isso aos outros competidores. É o diferencial da Copa Internacional”, revelou Rogério Bernardes, organizador da competição.
As disputas para a disputa do título estão acirradas e para Rogério, os nervos a flor da pele não ficam só por conta dos competidores. “Tem muita ansiedade em relação a ultima etapa da prova, não há nada definido, então vamos ter muita emoção em relação às disputas. Principalmente por nós, da organização, que sempre queremos dar o melhor para os atletas”, revelou.
Favoritismo? - A competição chega a última etapa e nenhum nome pode ser apontado como favorito ao título. Érika Gramiscelli, vencedora das duas primeiras etapas, pode aparentar uma ampla vantagem para as adversárias, mas Rogério garante que a mineira também tem chance de terminar a prova sem a vitória.
“A Érika é favorita, mas maratona não é o estilo de prova dela. Há outras atletas que não são especialistas em cross-country e que vão apostar na última etapa. Por exemplo, se a Roberta Stopa vencer e a Érika ficar em terceiro ou quarto, a Roberta leva o título. Tudo pode acontecer”, explicou o organizador.
Entre os homens, Ricardo Pscheidt e Rubens Donizete venceram, cada um, uma etapa e entram em Congonhas para o duelo final da Copa Internacional de MTB. Mas, o caso do masculino não é diferente do feminino. “Rubens e Pscheidt são os favoritos sim, mas o Edvando Souza também corre por fora, com boas chances. É complicado apontar um só. O mais regular vai vencer”, concluiu Bernardes.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
VOLTANDO A PEDALAR APÓS ALGUM TEMPO
Recomeçar já é um treinamento, pelo menos a base dele.
Voltar a pedalar é fácil, divertido, uma brincadeira. A bicicleta incorpora uma leveza ligada à juventude.
O número de pessoas que voltam a pedalar depois de muitos anos, quando já adultos, é grande. Quem retorna da maneira correta sente-se feliz com a experiência e segue em frente.
Para voltar a pedalar é necessário tomar alguns cuidados, sendo o mais importante controlar o entusiasmo. O erro mais comum costuma ser montar na bicicleta, sentir aquela juventude correndo nas veias, sair feito um louco para longas distâncias. No dia seguinte provavelmente estará dolorido, talvez até machucado. No mínimo, terá problemas para sentar. Controle-se.
Reiniciar qualquer prática esportiva requer um pouco de orientação, bom senso e, acima de tudo, total controle sobre o entusiasmo. Provavelmente voce não estará calejado o suficiente para um convívio um pouco mais longo com o selim.
A qualidade das bicicletas melhora a cada dia. Hoje é possível encontrar um modelo específico para cada necessidade. Hoje existem selins de várias formas projetados para diversas utilizações. Pesquise e escolha o que for mais confortável.
Chega de conversa. Vá lá e divirta-se.
Se precisar de orientação, entre em contato por meio de nosso email.
Cuidado
• imaginar que você é um adolescente e pode tudo
• excesso de entusiasmo pode trazer conseqüências desagradáveis
• não recomece com uma bicicleta imprópria para você
• vá devagar; não fique horas pedalando já na primeira saída
• evite pedalar em locais movimentados sem a devida prática
Recomece pedalando em locais sem trânsito mesmo que sua coordenação motora seja boa. É fundamental a readaptação.
A melhor estratégia para voltar a pedalar é pensar em resultados para longo prazo, como qualquer treinamento esportivo.
A bicicleta consegue fazer milagres na vida de uma pessoa, pode acreditar, mas use-a com bom senso.
Recomeçar já é um treinamento, pelo menos a base dele
"Onde pretendo chegar daqui a seis meses, um ano, dois anos?", esta é a pergunta correta que se deve fazer a si próprio. Objetivos claros, sempre. Quem pensa desta forma normalmente alcança seus objetivos antes do esperado, de maneira mais consistente e com um ótimo resultado.
O que não se deve fazer em relação à bicicleta:
Não tome como primeiro passo para o seu retorno a compra de uma bicicleta no primeiro supermercado que aparecer na frente. Sugerimos que visite algumas boas bicicletarias e veja o que existe no mercado.

